Três dias presenciais, numa imersão fechada de 20 cadeiras, para sair com o Mapa da Sua Sucessão: o que arrumar na gestão, que conversas ter e em que ordem, como fortalecer a sua posição e onde o jurídico entra na medida certa.
Na frente da equipe, você precisa parecer seguro. Na frente da família, precisa parecer grato. Na frente do fundador, precisa parecer pronto.
Você trabalha como nunca trabalhou na vida... e ainda tem quem te chame de mimado. Procura ajuda e encontra curso raso de um lado, programa de governança caro e grande demais do outro. No meio, fica você. E no meio, se fica só.
O medo que você admite em voz alta é errar com um patrimônio que levou uma geração, ou duas, para existir. O medo que você não conta para ninguém é perder a família no processo.
Se essa página parece descrever a sua casa, continue. Ela foi escrita para quem mora aí.
Adiar a conversa também é uma decisão. E costuma ser a mais cara delas, porque o improviso de hoje tem um custo certo amanhã:
Vaza numa conversa evitada, numa reunião atravessada, numa decisão que ninguém assume, numa assinatura feita cedo demais. Quando a família percebe, a empresa ainda existe. Mas o almoço de domingo já não é o mesmo.
Quando a sucessão aperta, o mercado te recebe com um cardápio pronto: holding, conselho de família, protocolo, acordo de sócios. Nada disso é errado. A questão é a ordem.
O problema não é a holding. É usá-la como anestesia para conversas que nunca aconteceram.
O problema não é o conselho. É montá-lo em cima de uma empresa onde ninguém sabe quem decide o quê.
O problema não é o jurídico. É colocar contrato onde ainda faltam caixa, clareza e coragem.
A sucessão raramente quebra porque faltou documento. Quebra porque puseram contrato em cima de uma família que ainda não aprendeu a conversar e de uma empresa que ainda não aprendeu a decidir.
Os números mostram o tamanho desse improviso:
é quantas empresas familiares chegam à terceira geração. As outras 19 param no caminho, quase sempre na passagem que ninguém preparou.
No país onde 9 em cada 10 empresas são familiares e respondem por 65% do PIB, esse improviso tem custo nacional. Na sua família, ele tem nome e sobrenome.
Existe uma sequência que desarma esse improviso. Sucessão não é um evento com data e assinatura: é um processo com etapas. E as etapas têm ordem:
Feijão com arroz bem feito: caixa, indicadores, papéis definidos, rotina de decisão. É o que sustenta qualquer estrutura que vier depois. Sem isso, conselho vira palco de briga.
Ninguém atravessa uma sucessão com o emocional em frangalhos. Fortalecer o sucessor vem antes de empossar o sucessor.
Legado não se guarda em cofre. Se estende: estratégia, novos mercados, novos posicionamentos. O sucessor que só "mantém" já começou a perder.
O jurídico acompanha desde o começo, mas no lugar certo: adequado às camadas de governança da sua empresa, sabendo o passo a passo, sem prometer milagre e sem burocratizar. Documento que protege o que foi construído, não que trava a operação.
Essa sequência é o Código. E é exatamente o que os três dias da imersão instalam no seu contexto: não em tese... na sua empresa, na sua família, no seu momento.
Um plano com as decisões, as conversas e as prioridades organizadas nas 4 frentes: gestão, sucessor, crescimento e jurídico. Construído peça por peça durante os três dias, sem prazo de fábrica, porque sucessão é viva e cada uma tem o próprio ritmo:
Antes do dia 1, você responde um questionário que aponta em que estágio da sua sucessão você está: o que já avançou, o que travou e por onde começar. Você chega com o ponto de partida no claro.
O que fazer primeiro, segundo e terceiro. A sequência completa das decisões, sem começar pelo fim.
Como abrir com o fundador, e com os irmãos, a conversa que vem sendo adiada, sem transformá-la em guerra.
Onde mora o conflito, a perda de dinheiro e a paralisia, mapeados antes de acontecerem.
A proteção jurídica que cabe no seu tamanho, na hora certa, sem burocratizar a empresa antes da hora.
Sucessores, fundadores, C-levels e gestores de empresas familiares, com confidencialidade em contrato. A rede que nenhum curso te dá.
Um agente de IA treinado no método dos 4 pilares para ser o seu conselheiro sênior de sucessão depois da imersão: alimentado com conteúdos exclusivos fornecidos pelos experts e com tudo o que for construído nos três dias. A dúvida das 23h de uma terça-feira deixa de esperar a próxima reunião.
A imersão é desenhada para o sucessor conduzir. Mas quando o fundador vem junto, algo raro acontece: ele enxerga o próprio papel na passagem, entende por dentro os desafios de quem vai assumir e ajuda a escolher e preparar o sucessor com empatia.
Não é sobre gerações disputando controle. É sobre quem entrega e quem assume entenderem, ao mesmo tempo e na mesma linguagem, o que uma sucessão bem feita exige de cada um.
E existe uma diferença entre falar de sucessão com consultores e falar com quem faz prosperar uma empresa de família. Aqui você não precisa se explicar: todo mundo na roda já sabe.
Gestão, caixa e a tese que organiza tudo: gestão antes de governança. O diagnóstico honesto da sua empresa como ela é hoje.
Preparação emocional do sucessor e estratégia de crescimento do legado: a pessoa e o futuro, lado a lado.
A camada jurídica na ordem certa e a construção do Mapa da Sua Sucessão: a sequência das suas próximas decisões, preto no branco.
Zero palestra motivacional. Três dias de trabalho na sua sucessão, com o Mapa ganhando forma dia após dia.
Ninguém aqui está na imersão para "dar uma aula". Cada especialista responde por uma etapa do Código:

Terceira geração de um grupo familiar de 62 anos fundado pelo avô, atravessou a versão mais dura de uma sucessão: a que ninguém escolhe viver. Dessa travessia extraiu a tese que organiza a imersão: sucessão começa na gestão, não no cartório. Fala de sucessor para sucessor, porque é exatamente isso que ele é.

Cofundador da BeHive (estratégia e cultura) e parceiro de estrada do João, soma décadas dentro de empresas de todos os portes, de multinacionais a negócios familiares. É o cara que tira a empresa da zona de conforto: enxerga mercados e caminhos que os outros não veem e separa estratégia de verdade de lista de tarefas. Na imersão, garante que o legado seja ampliado, não apenas mantido, sem o sucessor virar refém da operação.

Criador do @resiliencia_humana e certificado pela metodologia Gallup de pontos fortes. Já sentou com dezenas de famílias empresárias em plena sucessão: patriarcas, sucessores, herdeiros e cônjuges. Vive, ele mesmo, a sucessão da própria família. Sua tese: sem inteligência emocional, nenhuma empresa familiar se sustenta, porque a briga quase nunca é por dinheiro, é por pertencimento e reconhecimento.

Advogado de empresas familiares. Faz o jurídico entrar na medida certa: adequado às camadas de governança de cada empresa, sem inventar moda e sem burocratizar. Traduz segurança jurídica para a realidade do pequeno e médio porte e, mais que blindar, dá direção, já impactou diretamente a gestão e os processos das empresas que atendeu.
"Essa imersão não nasceu de um livro sobre governança. Nasceu de dentro de uma sucessão vivida: conflito, solidão, decisão difícil e a sensação de estar no centro de uma história que ninguém de fora entende. Foi dessa travessia que saiu a frase que organiza tudo aqui: sucessão começa na gestão, não no cartório."
Tudo o que a turma fundadora leva, item por item:
Chamar isso de desconto seria errar o ponto. A turma fundadora entra por outra condição porque tem outro papel: constrói o case inaugural junto, com mais proximidade dos 4 especialistas, troca direta e voz ativa na experiência. Em contrapartida, empresta o feedback e o depoimento. Essa condição existe uma única vez. As próximas turmas não a terão.
E segue abaixo do custo de um único erro de sucessão.
Participe do dia 1 inteiro. Se ao final você sentir que essa imersão não é para você, devolvemos 100% do investimento. Sem formulário, sem constrangimento, sem letra miúda.
O risco de vir é zero. O risco de não vir, você já conhece: é o que está adiado aí na sua mesa.
Sim, e esse é o cenário mais comum da turma. Você sai sabendo por onde começar, que conversas precisam acontecer e em que ordem conduzi-las. O Roteiro das Conversas Inevitáveis existe exatamente para isso.
Não. Se você já atua na empresa, já está sendo preparado ou sente que a sucessão já começou mesmo sem nada formalizado, a imersão é para você.
Pode, e em muitos casos é ótimo que participe. Quando o fundador vem junto, ele enxerga o próprio papel na passagem, entende por dentro os desafios de quem vai assumir e ajuda a escolher e preparar o sucessor com empatia. A imersão foi desenhada para o sucessor conduzir, mas a passagem se prepara melhor com os dois lados na mesma roda.
Se existe família e existe operação, existe sucessão. E tem um risco pouco falado: a empresa corre o risco de ser pequena para sempre se a sucessão não for bem feita, e quem não cresce, morre. Esta imersão foi desenhada justamente para a empresa que ainda está arrumando a casa.
Sim. A holding resolve uma camada, a jurídica. A imersão organiza o que vem antes e o que costuma ficar por baixo dela: gestão, papéis, conversas. Documento bom em cima de casa arrumada protege; em cima de conflito, só o oficializa.
Não, e desconfie de quem prometer isso. Sucessão é processo. Você sai com clareza, sequência e o Mapa da Sua Sucessão para conduzi-la com preparo, além da turma e do Conselheiro do Código.
Não é a promessa central, e você não sai com contratos prontos. Aqui o jurídico entra na medida certa: acompanha desde o começo, mas sem inventar moda nem burocratizar. Você sai entendendo o papel dele e com a Matriz de Riscos apontando o que tratar, na ordem certa.
Se a operação não sobrevive três dias sem você, esse é o sintoma mais claro de que a gestão depende demais de uma pessoa... e o motivo número um para você estar nessa imersão.
Porque a proposta não é formar plateia, é montar a turma certa. Profundidade, troca de verdade e espaço para aplicar tudo ao seu caso pedem turma pequena.
Sim, formalizado em termo assinado por todos os participantes. Histórias de família ficam dentro da imersão.
Você se apresenta no formulário e conversa direto com o João. A turma é montada, não vendida: cada cadeira é confirmada nessa conversa, sem pagamento no primeiro passo.
Ela já está acontecendo. Em cada decisão que o fundador ainda centraliza. Em cada conversa que a família evita. Em cada reunião em que o seu papel segue indefinido.
A pergunta deixou de ser "se". Agora é "como": no improviso ou com método. Sozinho ou ao lado de quem já atravessou.
Você entra com uma decisão pela frente. Sai com o Mapa da Sua Sucessão e com a sensação de que, talvez pela primeira vez em muito tempo, não precisa resolver tudo sozinho.
A sucessão é sua para conduzir. E deixa de ser sua para conduzir sozinho.
Próxima turma do Código da Sucessão Familiar: 10, 11 e 12 de setembro · São Paulo · 20 vagas · Condição fundadora de R$ 19.900 (valor do pacote: R$ 65.500). Você se apresenta abaixo e conversa direto com o João, sem pagamento nesta etapa.